quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Terça-feira.Aula de ed.fisica. Seria uma aula convencional como as outras, se nao fosse pela bondade divina do Xingu e da Ju que resolveram dar uma aula de relaxamento. A principio a ideia era que todos se deitassem e seguissem as falas de um cd de relaxamento. Para a inquietude em pessoa que eu sou foi uma ardua tarefa, principalmente pelo fato do Hermano ter ficado sentado atras de mim com a total incapacidade de nao rir aguçada . Enquanto eu acariciava a cabeça da Paula com meus pés , ouvi uma frase que fazia um mega sentido: "felicidade é luz" , e nao é que me veio a cabeça na hora a analogia que faltava para minha ideia de felicidade. Minha logica de pensamento se processou na comparaçao da luz natural com a artificial, sendo a primeira a verdadeira felicidade e a segunda a ilusao de felicidade. A luz natural não brilha o dia inteiro, é intercalada com a noite, mas sempre volta a brilhar na manha seguinte, sendo portanto passageira e ciclica. A luz artificial ( a que mais se vê por ai) é a que brilha o dia inteiro, mesmo na escuridão.É portanto a aparência de um estado que não existe na realidade. Isso porque na maioria das vezes a pessoa que você acha que é muito feliz e a qual voce ja quis estar na pele pode na verdade ser uma lâmpada de 60watts. O vale mesmo é lembrar aquele velho ditado que você ja deve ter ouvido e que diz que a grama do vizinho é sempre mais verde. Aos espertos então só cabe levar em conta a posssibilidade da grama mais verde do vizinho ser sintética.
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