sexta-feira, 9 de abril de 2010
Coisa de pele
É coisa de pele. Quando o corpo pode revelar tudo o que sentimos. Em um toque de pele, sabe-se tudo um do outro. É como se a lei de atraçao dos corpos se fizesse tão intensa, que tornasse a mente tão inerte como uma pedra . No encontro de dois corpos .De pele gelada. De pele quente. O arrepio não é frio. É arrepio por si só. Quando no aconchego do abraço você encontra um calor de incendiar um planeta inteiro. Fazendo fluir dos pés a cabeça sensações surreais. E apesar de não saber como você veio parar aqui, nao quero que se afaste. Fique. O seu toque me coube tão perfeitamente, que tenho medo de nunca mais senti-lo. E dure o tempo que durar, será intenso desrespeitando qualquer regra de proporção. Não sou eu quem falo. Pois então, deixem que minha pele fale. Não se pode ocultar um arrepio. É coisa de pele que entra pelos poros. E que tenhamos o tempo necessario para nos perdermos, sem atalhos.
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